O cantar triste da cotovia
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
lua
Acordei
Enluarada contemplei
Estrelas
Um mapa infinito...
Te encontrei!
fugitiva
Onde está a poesia daqueles velhos dias?
Junto do meu amor que partia...
domingo, 27 de janeiro de 2013
Cotovia
Sofro e me fortaleço
Perdida e sombria
Buscando saídas
Que nunca funcionam
Dia a dia
Quanta covardia!
Vem chegando a luz do dia...
Canto
Por que esse silêncio?
Por que essa ausência?
Não és para o bem?
Então por que me machucas?
sábado, 26 de janeiro de 2013
submundo
Um pucho de cigarro
Cheiro de cachaça
Valeta fétida a céu aberto
Choro de criança
Ranho e lamento
Um cachorro magro dorme tranquilamente
Pátio úmido e sujo
No céu passarinhos cantam despercebidos
Microcosmo da desilusão
Dureza
Como explicar algo que não sei dimensionar?
Buscar uma palavra
Grande, pesada, densa, escura
Não me adianta tentar falar ou escrever
Me basta sentir por agora...
Quem sabe uma imagem...
Momento
Deixei que elas chegassem devagar
Dando vazão ao meu sofrimento
É bom viver cada momento
Mesmo os de dor
É neles que me brotam os melhores sentimentos
Mesmo com a visão turva
Fixei tua imagem... congelada
Um recorte de tempo
Uma fotografia
Lágrimas
Fado
Poderia estar em Lisboa cantando um fado
Destino...
Lamento, chorado, melancólico
Como meus atuais dias
Uma cotovia
Poderia cantar um fado
Vestida de negro
No silêncio...
Mas em rebeldia eu teria
Os cabelos em desalinho e a boca bem vermelha
Gostarias...
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